Mulher trans e presa após ser acusada de matar e tentar queimar corpo de modelo

A polícia prendeu, em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo, uma mulher suspeita de matar, tentar queimar e depois esconder o corpo de um modelo de 52 anos. O homem estava desaparecido há mais de um ano. A acusada assumiu a identidade e movimentou os bens e a conta bancária da vítima.

A cabeleireira e maquiadora Mariana Munhoz, de 49 anos, está presa desde a noite de 2ªfeira (30.ago). Mulher trans e cantora na noite paulistana, ela é acusada de ter matado o modelo Marcelo do Lago Limeira. Marcelo era homossexual e planejava fazer uma cirurgia para mudança de gênero.

“A mariana se ressentia muito porque ela acreditava que após a cirurgia de transição de gênero, o Marcelo ficaria uma mulher mais atraente, mais bonita do que ela própria”, comenta o delegado Cristiano Luiz Sacrini.

A polícia descobriu que durante a recuperação, Mariana se mudou para a casa dele. Ela misturou diversos comprimidos para dormir em uma bebida e Marcelo morreu envenenado. A parte seguinte do plano macabro foi dar um sumiço no corpo. Com a ajuda de um amigo, Ronaldo Bertolini, Mariana alugou uma chácara em Campo Limpo Paulista, no interior de SP, para queimar o corpo.

“A ideia não deu certo porque eles não tinham material combustível suficiente. Eles tentam colocar o corpo na churrasqueira do imóvel e a churrasqueira quebra. Eles tentam enterrar o cadáver, porem não da certo porque, segundo eles, a terra é muito compacta”, relata o delegado.

Mariana e Ronaldo estiveram na chácara com os policiais e confessaram apenas a tentativa de sumir com o corpo. Ela disse que o modelo se matou ao tomar todos os comprimidos de uma vez. A ossada de Marcelo foi encontrada às margens de uma rodovia, perto da chácara, em julho do ano passado, dois meses depois do crime. Um teste de DNA vai confirmar a identidade dele.

O crime só foi descoberto porque Mariana passou a tomar conta do dinheiro de Marcelo. Ela fez uma procuração falsa em nome dele, alugou a casa e até vendeu o carro do modelo. Quando ela tentou movimentar a conta bancária de Marcelo, a gerente desconfiou. A funcionária do banco ligou para o cartório e descobriu que a procuração era falsa. Ela procurou, então, uma irmã de Marcelo, que não tinha contato com ele há anos. Ela descobriu, então, que o irmão tinha sumido e procurou a polícia.

A justiça decretou a prisão temporária de Mariana e Ronaldo. O amigo dela fugiu. Mais do que uma história macabra, a frieza da assassina chamou a atenção da polícia. Depois do crime, ela postou um vídeo nas redes sociais e um detalhe, ela já sabia que a polícia estava perto da verdade. “Não me preocupa, vou tacar fogo em mais um”, disse.  

Fonte SBT News

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